Ervões

Segundo as Inquirições de 1258, ordenadas por D. Afonso III, a “villa” e a sua Igreja foram pertença de foreiros, isto é de vilãos herdadores. Esta Igreja, posteriormente, foi dada pelos seus paroquianos a D. Lourenço Nunes, com o intuito de conseguirem uma defesa contra a violência de poderosos e exacções fiscais injustas. Depois, ainda antes de 1258, veio a ser pertença da ordem do Hospital e, por esse facto, recebeu inúmeros privilégios políticos e económicos, sendo, nesse mesmo ano cedida a D. Afonso Lopes, que também tinha conseguido apropriar-se da “villa”.

Na fachada Sul da Igreja Matriz de Ervões encontra-se um relógio de Sol vertical meridional em granito. O estado deterioração não permite ver qualquer algarismo embora se notem os sulcos de marcação das horas. Também não tem gnómon. Em frente da fachada posterior desta Igreja existe um nicho em granito, vazio, que poderá ter sido para colocar a imagem de S. João Baptista, padroeiro do local. Por aí está gravado: Anno MDCCLXXX (1780) que poderá ser o ano de construção da Igreja e quem sabe do relógio. Para mais informação consultar o Livro de Relógios de Sol de Valpaços, pág. 98.

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