Alijó

Alijó é a freguesia sede do concelho com o mesmo nome, no distrito de Vila Real e o seu orago é Santa Maria Maior. A totalidade do Concelho vive essencialmente da agricultura, mais propriamente da vitivinicultura e a sua sede não foge à regra. A tradição vinícola tem fortes raízes em Alijó e os seus vinhos, para além da qualidade que os afama, são a principal fonte de rendimento da freguesia. Integrada na típica região Duriense, dotada de grande beleza, Alijó é caracterizada pela sua paisagem agreste, no entanto, os seus terrenos são bastante produtivos o que faz com que grande parte da população ativa, que não está concentrada no pequeno comércio e serviços, se dedique à atividade rural.
 O topónimo Alijó tem originado algumas divergências quanto à sua etimologia: Pinho Leal defende que a palavra deriva do hebraico “Azob”, que significa “Erva”, à qual os mouros acrescentaram o artigo “Al”, originando “Alzof” e, por consequência, caiu facilmente no topónimo atual; no entanto, o Prof. Dr. Pedro Serra adianta que o termo deriva da palavra “Lageola”, pelo facto da localidade se encontrar rodeada de lajes, ou mesmo referindo a existência remota de algum monumento de origem dolménica; uma outra versão menos provável aponta que “Alijó” surgiu devido a ter sido posse de uma senhora, “Ali-Job”, que lhe deu o nome, quando esta terra foi povoado por mouros; finalmente, outra diz que o topónimo refere a famosa legião transmontana “Legio Septima Gemina”. Em suma, ao certo, não é ainda conhecida a verdadeira origem do topónimo.

Favaios – Na Rua principal de Soutelinho

Pegarinhos – Escadaria do Santuário de Nossa Senhora dos Aflitos

Fotos de Carlos Pereira – o autor contou-nos que este relógio não é o original o qual foi roubado. Este foi oferecido por um habitante de Pegarinhos.

Temos aqui 6 relógios de Sol na aldeia de Pegarinhos que o autor António Luís Pereira nos apresenta nas páginas 67 a 70 do artigo Memórias das Sombras do Tempo nos Concelhos de Carrazeda de Ansiães, Alijó e Murça.

Se alguém tiver fotos mais detalhadas destas peças, que nos queira facultar, será um grande contributo para este trabalho que pretende mostrar todos os relógios Sol existentes em Portugal.

Sanfins do Douro 

Vila Verde

Mais dois relógios em Vila Verde, um na Rua do Cabo e outro na Rua Frei Gilberto, cujas fotos e descrição foram retirados de um pdf da Revista Memória Rural No. 2 de 2019 – Artigo Memórias das sombras do tempo nos concelhos de Carrazeda de Ansiães, Alijó e Murça de António Luís Pereira.

PS: Sabemos existirem ainda dois relógios que não conseguimos encontrar – Um em Sanfins do Douro e outro em Vilar de Maçada – Cabeda.  Se alguém tiver conhecimento destas peças e e estiver interessado em colaborar nesta obra de divulgação de todos os relógios de Sol existentes em Portugal, será um grande contributo e ficaremos muito gratos.

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